|
escravo da rosa That I can change the world I would be the sunlight in your universe You would think my love was really something good Babe, if I could change the world só pra dizer que agora o Escravo tá aqui http://escravodarosa.wordpress.com Escrito por taca às 14h15 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
tchururu... Escrito por taca às 14h42 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] to na praia e amanheceu chovendo to com saudades de pessoas, da minha casa, das minhas festas minha tia tá chata não me deixam dormir tarde o cinema daqui é uma porcaria meu orientador sumiu, de novo meu priminho, melhor companhia por aqui, está doente (nada grave, coisa de criança) e minhas férias já estão longas demais sem cigarros, sem drogas, sem minhas músicas... meu, tá foda hoje Escrito por taca às 14h25 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tava no Pedaço da Pizza, na Augusta (centro), e começou a tocar. Sabe aquele amor que dói, de tão grande? Que dá vazio quando não tá junto? Porque nos dias ameaçadores e chuvosos, eu só quero ouvir você. Porque quando tudo dá certo, ah, eu quero comemorar com você. E até nos dias em que eu fico triste porque você me faz mal, não há nada mais legal que ficar com você... só fico brava quando você levanta e não me dá bom-dia...
vou morrer de saudades Escrito por taca às 15h48 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] TCC II Do meu biografado, em entrevista ao fotógrafo Ivan Cardoso: "Toda vez que leio entrevistas, fico lamentando a burrice da inteligência brasileira". Céus, vai entender um cara desses... Escrito por taca às 11h41 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] TCC I Encontro com Carlos Ebert no CCBB. Ebert foi câmera e diretor de fotografia d'O Bandido da Luz Vermelha. Platéia: Por que você, filho de um químico, foi fazer cinema?
Escrito por taca às 00h01 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Em 2008 eu quero ser isso Escrito por taca às 23h28 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A fila anda, mesmo quando você está na fila. See you next year. E o maior sorriso do mundo pra você! Escrito por taca às 19h06 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Pet Sounds Recado à Karen Cunha Karen Cunha, não me faça enfurecer Escrito por taca às 16h54 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] por que eu amo tanto, se pouca diferença faz? *** Depois disso, que foi postado originalmente às 05h29, (agora é 12h36) eu fui embora. E voltei em cinco minutos. Por que? Porque nada no mundo é mais legal do que acordar do lado dele. As melhores piadas são feitas no domingo de manhã (e outras coisas). E porque fazia tempo que eu não dizia o quanto eu o amava. Porque a gente atropela quem tá na frente e tira roupa do Apple. E não importa quantas vezes eu pense em ir embora - volto sempre em 5 minutos. Escrito por taca às 06h29 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Eu quero ficar perto De tudo o que acho certo Até o dia em que eu mudar de opinião A minha experiência Meu pacto com a ciência Meu conhecimento é minha distração Coisas que eu sei Eu adivinho sem ninguém ter me contado Coisas que eu sei O meu rádio relógio mostra o tempo errado Aperte o play Eu gosto do meu quarto Do meu desarrumado Ninguém sabe mexer na minha confusão É o meu ponto de vista Não aceito turistas Meu mundo ta fechado pra visitação Coisas que eu sei O medo mora perto das idéias loucas Coisas que eu sei Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa É minha Lei Eu corto os meus dobrados Acerto os meus pecados Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei Eu vejo o filme em pausas Eu imagino casas Depois eu já nem lembro do que eu desenhei Coisas que eu sei Não guardo mais agendas no meu celular Coisas que eu sei Eu compro aparelhos que eu não sei usar Eu já comprei Ás vezes dá preguiça Na areia movediça Quanto mais eu mexo mais afundo em mim Eu moro num cenário Do lado imaginário Eu entro e saio sempre quando eu tô afim Coisas que eu sei As noites ficam claras no raiar do dia Coisas que eu sei São coisas que antes eu somente não sabia... Agora eu sei... Tava na cabeça - só isso E é da novela, ainda... ouça aqui Escrito por taca às 18h02 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A cruzada da Câmara Municipal de São Paulo contra as minorias está a todo o vapor. É que existem grupos sociais que precisam de apoio para sofrerem menos preconceito, terem acesso a todos os direitos de cidadão e serem respeitados. Isso é levado tão a sério na Câmara que nesta quarta-feira foi aprovado o projeto de lei - ou seja, só falta o Kassab assinar - que institui o Dia do Orgulho Heterossexual, do vereador Carlos Apolinário. Que avanço, hein?! Artigo 3º: Escrito por taca às 12h57 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Da vontade de ser nuvem Foi assim: Saí do banho. A janela do que era para ser um quarto estava aberta, mas a cortina fechada. De onde era para ser sala, era possível ver a claridade pela fresta da cortina, e chamava a atenção. Uma nuvem muito branca, baixa por causa da chuva. Era quase meia noite, mas parecia final de tarde de dia nublado. Fiquei observando. *** Virei um pouco. O prédio da frente tem uma antena com uma luz amarela. Iluminou uma nuvem. Ela se coloriu. Quis ser nuvem. *** Olhei para o outro lado. É possível ver parte dos apartamentos dos andares mais baixos. Se contei direito, era o 1603. Recém-casados, com sofá novo. Dias atrás o apartamento estava em reforma. Ela deitada na cama e ele sentado – os dois rindo. No 1502, um cara escrevia muito, com uma No 1603, ele deitou no braço dela. E eu não quis mais ser nuvem. Escrito por taca às 01h51 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Deixei passar o aniversário. Não escrevi também quando saí da Coordenadoria de Cultura Geral – o que deve estar sendo surpresa para alguns. Não dá mais pra enrolar, né?! É que não é fácil falar de alguém tão especial. Então, esse é um texto de agradecimento ao meu chefe. O Luís foi um dos maiores achados na minha vida. Conheci muitas pessoas que me ensinaram muito – não lembro de ninguém que me ensinou tanto quanto ele. Conheci o Luis em 2005, numa reunião de pauta do Site de Cultura. Prometi escrever um texto sobre literatura infantil, junto com a Carol, mas estamos devendo o texto até hoje. Depois de um tempo, ele me parava no corredor, dizendo que precisava conversar comigo. Fugi o quanto pude, até que ele fez sentar na coord. e ouvi-lo. Ele queria que eu participasse do processo seletivo para editar o Site – se tivesse sido mais eficiente em minha fuga, teria perdido um emprego. Os dois anos de convivência quase diária com o Luis foram muito importantes. Ele me transformou em jornalista, ou editora, pelo menos. Me ensinou Kant, metodologia, jornalismo básico, conceitos da pós-modernidade. Teria sido um professor completo, se eu tivesse aula com ele. Aprendi a salvar arquivos de texto em .pfd, além de usar o controle de alterações do Word. E me ensinou a não entrar em brigas, a manter a calma em situações estressantes. Me ensinou que quando a gente gosta do que faz, não importa que horas você sai do trabalho. E me mostrou uma profissão pela qual me apaixonei. Luis e Thais Arbex fizeram com que eu largasse Relações Públicas e mudasse para jornalismo. Sabia que ganharia menos, trabalharia mais e talvez não tivesse fins de semana. Ok, ver os dois trabalhando era a coisa mais legal do dia. Sobre ele: Luis é um cara legal. Eu o vi gritando uma vez, e com razão. Se você, querido leitor, procura um amigo, corra até a cultura geral. Ele está lá segunda à noite, terça pela manhã, quarta durante todo o dia e sexta a tarde e começo da noite.
***
Certo dia, estávamos no Monet discutindo o que tinha acontecido com a Cásper. Claramente, a Faculdade perdeu muito da qualidade da educação. E não são professores piores, conteúdo, infra-estrutura. Não achamos a resposta. Mas tenho uma sugestão. O Luis tem uma coisa que faz tempo que não vejo, e que faz muita falta na Cásper: o compromisso com o ensino. Luis conseguiu o título de doutor aos 27 anos. Conhece tudo de Teoria de Comunicação, orienta cerca 12 projetos experimentais por ano, não faz chamada por que não precisa. Ensina reportagem mais do que qualquer outro professor. E edita o Site de Cultura. E tem a Comunnicare, a São Judas, a revista Páginas Abertas, a Paulus, os livros... coisa para caramba. E não é por dinheiro. Ele faz por que sabe que cada uma dessas atividades é importante, em certo nível, para difundir conhecimento. Cada trabalho que ele corrige, ou cada texto que edita, tem um comentário, uma sugestão para melhorar. Se o texto está ótimo, dá 10. Que mal tem? Sem contar a vontade que ele ainda tem de estudar impressiona. Mas isso a gente deixa para o ano que vem, ok?
***
Luis, Se a nossa amizade até agora passou obrigatoriamente pelo site, saiba que eu amei fechar cada edição, que apesar do choro e desespero em alguns textos, todos foram importantíssimos e valeram cada toque. E um dos momentos mais legais da semana eram editar com você. Não teve um dia em que eu não aprendi uma coisinha. Espero que saiba usar todas lá na frente. Obrigada por ouvir o que eu achava de cada um, e se eu estivesse errada, por me fazer entender o que era melhor. Que puta chefe você foi, hein! E a amizade não tem obrigatoriamente a ver com site, eu agradeço pelas horas de conversa sobre tudo e alguns (não todos). Cada aula de Turismo que não foi dada me deixou mais contente e inteligente. Ah, obrigada por Hilda também. Você só não convenceu a usar maquintoche.
ps: sobre o texto que fiquei devendo, acho que fui perdoada. Editando o Site por dois anos, tive a oportunidade de escrever cerca de 50 textos, entrecobertura de eventos, resenhas de filmes e livros, exposições, entrevistas, etc. Escrito por taca às 22h04 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] De Hilda... Para a princesa fumante, que bola como ninguém. Colada à tua boca a minha desordem. O meu vasto querer. O incompossível se fazendo ordem. Colada à tua boca, mas descomedida Árdua Construtor de ilusões examino-te sôfrega Como se fosses morrer colado à minha boca. Como se fosse nascer E tu fosses o dia magnânimo Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer.
Ela sorri, ri, joga cabeça pra trás. Eu sonho. Escrito por taca às 17h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
||
![]() | ||